domingo, 27 de outubro de 2013

-" A estação de São Bento, no Porto "

Autoria de Gracinda Santos

É a estação ferroviária do centro da cidade do Porto. Foi instalada em finais do séc.XIX, num magnífico edifício construido em terrenos do antigo Mosteiro de São Bento de Avé-Maria, construção do séc. XVI destruída por um incêndio.


O edifício é célebre pelos painéis de azulejos no seu vestíbulo, com temas da história de Portugal, que cobrem uma área de 551 metros quadrados, da autoria do mais popular azulejador da época, Jorge Colaço.


Em Agosto de 2011, foi eleita pela revista Travel + Leisure como uma das mais belas estações do mundo






terça-feira, 22 de outubro de 2013

-COMENTÁRIOS a "O Brasil nunca pertenceu aos índios"

Devido à quantidade ( 45 ) e à qualidade dos comentários feitos no "Facebook" ao artigo " O Brasil nunca pertenceu aos índios", foi decidido publicar nesta página os mais significativos. 


Maria José DS Leite
 Simplesmente maravilhoso este artigo que vem de encontro ao que sempre pensei. Inveja, intenções venenosas há séculos tentam denegrir a imagem dos feitos heróicos dos portugueses, quase querendo transformar meu povo em bandidos e salteadores, houve sim bandidos, houve sim salteadores dos mares e terras, no entanto não foi este povo luso, não foi não! E a esta senhora brasileira saúdo pela sua coragem, frontalidade e conhecer. Vou partilhar!
 
Maria José DS Leite António,António o que eu disse acima sobre o povo lusitano ter sido invadido, roubado e dominado por vários povos, é real e explica tudo, isso só nos enriqueceu como povo e nunca nos andamos a queixar de tal, e certamente não vão acreditar que quando fomos invadidos, nos deram ramos de rosas e convidaram o povo luso para um banquete!!! É antigo falarem dos portugueses, e dos ingleses? dos holandeses? franceses? dos alemães? dos árabes? dos romanos? dos chineses? enfim é melhor eu parar, não vou alimentar esta polémica.-Lá diz o ditado só se atira pedras a árvores de bons frutos e não a árvore de frutos podres! E fazendo uma pesquisa pelo Mundo fora, sobre a passagem dos portugueses e sua presença através dos séculos aos povos de origem sem manipulações, sem politiquices , vão mesmo ficar admirados sobre o que esses povos pensam dos portugueses! Malaca, Portugal saiu de lá há 500 anos e ainda hoje cantam fado, têm folclore português , e andam preocupados que possa terminar o ensino da língua portuguesa. Falem com os verdadeiros naturais da Índia portuguesa e vão descobrir o que eles sentem e pensam e por aí fora. Porque julgam o que não viveram? teoria, teoria, teoria cansa de verdade!

Maria José DS Leite
 Em muitos , muitos locais foram os chefes locais a convidar o rei português a dar protecção a esses povos , a ficarem no local como e ser o território português , enquanto não fosse dada a independência esse foi o caso de Cabinda que os governantes do 25 de Abril não respeitaram o acordo, e outros casos idênticos na Índia, também em África. Eramos um povo de acção, respeitado e onde passávamos desenvolvíamos , muito foi favorecida a fauna, flora, as trocas comerciais no Mundo, muito se ajudou, desenvolveu, criou, só que isso não interessa falar a muitos, que politizados, instrumentalizados falam destrutivamente, sabe-se lá com que fins, ou com que vidas pessoais com uma negatividade imparável.

Antonio Antonio
 eu sò sei que vcs sao muito amaveis... isso è o passado... eu amo a lingua portuguesa. se nao fosse por voceis .. a lingua nao existiria.. ou nao seria tao falada  eu perguntei pq eu queria saber sua opinaio eu nao tao zangado ..  e espero que vc nao esteja zangada... è um tema polemico .. sem duvida..
Maria José DS Leite
 António António, desculpe, não ter deixado claro , respondi assim mais para os primeiros comentários que falam de meu povo matar roubar....foi mais para esses António, para a troca de opiniões estou sempre pronta, para acusações a meu povo, erros quem não os comete? EXSITEM POVOS E GOVERNOS PERFEITOS? digam-me por favor aonde fica isso neste planeta! O importante é o balanço final, já estou cansada, de teorias tendenciosas, e nem vou perder tempo com isso. O passado, e o presente, fala por nós, nada temos que provar ao Mundo, pois nestes mais de 900 anos já provamos o suficiente e esse passado, continua a reflectir-se no presente, pois cada vez mais existem pessoas a querer falar português, a língua está cada vez mais em expansão, uma boa parte do Mundo fala português, e é com felicidade que digo que nessa boa parte que fala português, corre sangue luso nas veias desses povos, e nas veias de milhões de portugueses corre o sangue desses povos por onde passamos, e isso já mais ninguém apaga, fomos dos poucos povos, que aonde chegávamos nos misturávamo-nos com os locais, por isso a alma portuguesa sempre vai sentir esses povos como irmãos, e eles o mesmo com os portugueses, se há coisa que meu povo sabe bem manter são os laços de sangue e os afectos! Essa para mim é a melhor conquista, a conquista dos corações, das misturas de raças, do quebrar fronteiras e barreiras! Muito ainda tem Portugal a fazer, disso nem duvido, e muitos povos sabem disso, por isso tanta aflição em instrumentalizar e manipular mentes, isso aflige muitos de verdade, porque no passado muitos povos queriam estar no nosso lugar e no presente tentam desesperadamente criar o maior império de escravidão, o do poder económico a dominar, e em nome da globalização, escravizam,exploram, e vemos países e governantes a ficarem riquíssimos, explorando e empobrecendo cada vez mais povos a quem foi dada a independência e estão a ser mais explorados do que nunca e morrendo muitos de fome, é esta a democracia que vigora no Mundo actual, tão hipócrita, tão mentirosa, perigosa e manipuladora, a criticar um passado onde muito se construiu, e vive no presente a matar milhões com a ganancia e cobiça sem limites,falam mal e com certa injustiça, do passado para nos taparem os olhos do escândalo vergonhoso do presente? é isto que nunca vou aceitar, usar a falsidade com capa de democracia e deixar milhões e milhões de crianças a morrer de fome, onde antes não morriam, onde jorra o petróleo, diamantes e morrem milhões de fome, disto ninguém fala mesmo e é presente, bem presente!

Carlos Jorge Mota
 Meus caros: Os portugueses, aquando a Epopeia Marítima, NUNCA hostilizaram os povos com os quais se enquadraram. Pelo contrário, eram bem recebidos e reciprocamente agradeciam e compensavam essas benesses. Havia instruções rigorosas do Rei nesses sentido. Inclusive NUNCA escravizaram ninguém, mas, se fossem capturados por adversários tenebrosos com quem se cruzavam e cujos interesses eram disputados, poderiam ficar escravizados, Digo que nunca escravizaram ninguém porque já compravam escravos nessa condição - de escravos - e quem os comercializava eram árabes e até os próprios negros africanos detentores de monopólios esclavagistas. Era o contexto da época. A China entregou Macau a Portugal como recompensa da limpeza de corsários que a Armada Portuguesa fez no Mar da China e no Mar Amarelo, que tanto importunavam os chineses. No Brasil, os próprios índios, indígenas portanto, auxiliaram os portugueses na expulsão dos franceses e dos holandeses (Jerónimo Albuquerque - o Mameluco -, filho de índia de Arco Verde (Pernambuco), destacou-se na campanha do Maranhão; na Batalha dos Guararapes, que acabou na expulsão dos holandeses de Pernambuco, as tropas continham mais índios do lado português que propriamente portugueses idos de Portugal ou até já  nascidos no Brasil). Os cabindas (habitantes do denominado enclave de Cabinda) pediram a Portugal, através de vários tratados que assinaram, o mais conhecido dos quais é o de Simulambuco, a sua proteção face aos ataques permanentes dos franceses contra os seus interesses. Pelos séculos afora o comportamento do Português nunca teve nada a ver com o de outros países colonizadores, nomeadamente das denominadas Espanhas (Castela à cabeça), pois o cidadão português comporta no seu ADN genes apaziguadores e de bom inter-relacionamento, só comparável ao Galego (cujo povo tem a mesma origem). Os descobridores e colonizadores portugueses nenhuma semelhança de atuação tiveram com os chamados espanhóis, nomeadamente Francisco Pizarro. Os portugueses não destruíram culturas, pelo contrário, assimilaram-nas, daí o aparecimento dos vários crioulos e tipos musicais que são autênticas miscelâneas culturais. Há um ditado que diz: "Deus fez o Homem, o Português fez o Mulato". Que outro povo se miscigenou como o Português? Estive em missão de soberania em África, sou, portanto, muito sensível a este tipo de acusações, porque faço uma retrospetiva no tempo e penso nos que me antecederam nessas e noutras paragens. Nunca tivemos comportamentos reprováveis. Poderá ter acontecido qualquer situação anómala isolada, mas nunca a regra, e a serem conhecidas essas situações seriam de imediato punidas. Para finalizar e para que não subsistam dúvidas, deixo aqui plasmado o Lema do Meu Batalhão: CONQUISTANDO OS CORAÇÕES SE VENCE A LUTA

Carlos Jorge Mota
 Há ONG's no Brasil assumidas como defensoras dos Índios, coitadinhos, que são financiadas exclusivamente com capitais estrangeiros e cuja finalidade não será mais do que tentar criar uma denominada Nação Índia para, posteriormente, em sede das Nações Unidas, reivindicarem a sua separação do Brasil. Não será por acaso que atuam só em zonas sobejamente conhecidas como possuidoras no seu solo e subsolo de riquezas imensas, algumas das quais únicas no mundo. A Amazónia está enxameada dessas instituições. Já desmascarei aqui no Porto uma senhora que se assumia como índia - era tão índia como eu - e que andava em peregrinação com altifalantes gritando sobre os coitadinhos. Não era índia e mentiu inclusive sobre o local onde disse que nasceu.

  • Milton Madeira Realmente temos que ter muito cuidado com as ONGs mas também com alguns governos que querem se apoderar da Amazônia! Mas o Governo do Brasil está mais atento, e mais armado tecnologicamente para detectar, por exemplo, campos de pouso clandestinos. O Brasil é nosso e é luso também, e ninguém tasca!

    Os restantes comentários podem ser lidos no facebook na página da
    Associação Por Ti Língua Portuguesa - Portugal

domingo, 20 de outubro de 2013

- "O Brasil nunca pertenceu aos índios"

Agora que parece estarmos perante uma nova investida dos “amigos da Amazónia” creio ser pertinente recordar este artigo. De vez em quando, é bom recordar ! ...

ANorton
                                

Nota: este artigo foi escrito aquando das comemorações dos 500 anos da descoberta do Brasil ;

Autora: Sandra Martins Cavalcanti de Albuquerque (Belém, 30 agosto de 1927) é uma política brasileira.

Quem quiser se escandalizar, que se escandalize. Quero proclamar, do fundo da alma, que sinto muito orgulho de ser brasileira. Não posso aceitar a tese de que nada tenho a comemorar nestes quinhentos anos. Não agüento mais a impostura dessas suspeitíssimas ONGs estrangeiras, dessa ala atrasada da CNBB e dessas derrotadas lideranças nacional-socialista s que estão fazendo surgir no Brasil um inédito sentimento de preconceito racial.
Para começo de conversa, o mundo, naquela manhã de 22 de abril de 1500, era completamente outro. Quando a poderosa esquadra do almirante português ancorou naquele imenso território, encontrou silvícolas em plena idade da pedra lascada. Nenhum deles tinha noção de nação ou país. Não existia o Brasil.
Os atuais compêndios de história do Brasil informam, sem muita base, que a população indígena andava por volta de cinco milhões. No correr dos anos seguintes, segundo os documentos que foram conservados, foram identificadas mais de duzentos e cinqüenta tribos diferentes. Falando mais de 190 línguas diferentes. Não eram dialetos de uma mesma língua. Eram idiomas próprios, que impediam as tribos de se entenderem entre si. Portanto, Cabral não conquistou um país. Cabral não invadiu uma nação. Cabral apenas descobriu um pedaço novo do planeta Terra e, em nome do rei, dele tomou posse.
O vocabulário dos atuais compêndios não usa a palavra tribo. Eles adotam a denominação implantada por dezenas de ONGs que se espalham pela Amazônia, sustentadas misteriosamente por países europeus. Só se fala em nações indígenas.Existe uma intenção solerte e venenosas por trás disso. Segundo alguns integrantes dessas ONGs, ligados à ONU, essas nações deveriam ter assento nas assembléias mundiais, de forma independente. Dá para entender, não? É o olho na nossa Amazônia. Se o Brasil aceitar a idéia de que, dentro dele, existem outras nações, lá se foi a nossa unidade.
Nos debates da Constituinte de 88, eles bem que tentaram, de forma ardilosa, fazer a troca das palavras. Mas ninguém estava dormindo de touca e a Carta Magna ficou com a palavra tribo. Nação, só a brasileira.
De repente, os festejos dos 500 anos do Descobrimento viraram um pedido de desculpas aos índios. Viraram um ato de guerra. Viraram a invasão de um país. Viraram a conquista de uma nação. Viraram a perda de uma grande civilização.
De repente, somos todos levados a ficar constrangidos. Coitadinhos dos índios! Que maldade! Que absurdo, esse negócio de sair pelos mares, descobrindo novas terras e novas gentes. Pela visão da CNBB, da CUT, do MST, dos nacional-socialista s e das ONGs européias, naquela tarde radiosa de abril teve início uma verdadeira catástrofe.
Um grupo de brancos teve a audácia de atravessar os mares e se instalar por aqui.
Teve e audácia de acreditar que irradiava a fé cristã.
Teve a audácia de querer ensinar a plantar e a colher.Teve a audácia de ensinar que não se deve fazer churrasco dos seus semelhantes.
Teve a audácia de garantir a vida de aleijados e idosos.
Teve a audácia de ensinar a cantar e a escrever.Teve a audácia de pregar a paz e a bondade. Teve a audácia de evangelizar.
Mais tarde, vieram os negros. Depois, levas e levas de europeus e orientais. Graças a eles somos hoje uma nação grande, livre, alegre, aberta para o mundo, paraíso da mestiçagem. Ninguém, em nosso país pode sofrer discriminação por motivo de raça ou credo.
Portanto, vamos parar com essa paranóia de discriminar em favor dos índios. Para o Brasil, o índio é tão brasileiro quanto o negro, o mulato, o branco e o amarelo. Nas nossas veias correm todos esses sangues. Não somos uma nação indígena. Somos a nação brasileira.
Não sinto qualquer obrigação de pedir desculpas aos índios, nas festas do Descobrimento.

Muitos índios hoje andam de avião, usam óculos, são donos de sesmarias, possuem estações de rádio e TV e até COBRAM pedágio para estradas que passam em suas magníficas reservas. De bigode e celular na mão, eles negociam madeira no exterior. Esses índios são cidadãos brasileiros, nem melhores nem piores. Uns são pobres. Outros são ricos. Todos têm, como nós, os mesmos direitos e deveres. Se começarem a querer ter mais direitos do que deveres, isso tem que acabar.O Brasil é nosso. Não é dos índios. Nunca foi.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

"Como Portugal se tornou a primeira potência marítima global "

Quando o surfista McNamara ”conquistou” uma onda de 30 metros perto da Nazaré, houve certamente quem se recordasse que era a mesma localidade onde Vasco da Gama esteve a rezar antes e depois da sua viagem bem sucedida para encontrar uma rota marítima para a Índia. A viagem de Gama é um dos episódios mais notáveis da extraordinária conquista do mar pelos portugueses, que tornou Portugal na primeira potência marítima global. No dia em que se celebrou Colombo, nos EUA, a CBSNews recorda a Era dos Descobrimentos, de Gama, Dias, Cabral, Magalhães, Infante D. Henrique, e mostra como o que aconteceu nos anos 1400 e 1500, é, sobretudo, uma história sobre inovação.

(segue-se vídeo)




Fonte: CBS News

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

-" A nacionalidade dos goeses "

Os Goeses são indianos ou portugueses?
Num interessante atigo publicado no jornal diário Goês Herald, o advogado goês Radharao F. Gracias discute em que circunstâncias os goeses podem ser considerados cidadãos indianos ou portugueses.
Goa é um caso único, afirma Gracias, onde os que nasceram antes de 19 Dezembro de 1961 e seus descendentes são eligíveis para a cidadania portuguesa. Em vista das circunstâncias especiais como Goa tornou-se parte de Índia, a lei indiana Citizenship Order 1962 deve ser emendada para permitir aos goeses beneficiarem da Lei da Nacionalidade Portuguesa simultaneamente com os benefícios do artigo 5 da Constituição da Índia, conclui Gracias.

Published in the Goan daily Herald,  20.1.2013

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

-" Australiana analisa o povo português "

Investigadora australiana faz análise do povo português e mostra alguns dos seus hábitos.
Investigadora australiana faz análise do povo português e mostra alguns dos seus hábitos 

                       


Os portugueses falam bem inglês, percebem o espanhol, têm Sol e bom vinho, tratam bem das suas cidades mas subestimam as potencialidades do país.

 Estas são algumas das conclusões de Erin B Taylor, uma investigadora australiana do Instituto de Ciências Sociais, que publicou recentemente  um artigo sobre Portugal num site dedicado à antropologia.
 
No seu texto, publicado recentemente no site Popanth, Erin Taylor, que vive em Portugal há mais de um ano, faz uma análise pessoal e divertida do povo português e de alguns hábitos nacionais.  
A investigadora afirma, por exemplo, que os portugueses “vivem em casas pequenas mas adoram cães grandes”, ao contrário da Austrália onde, mesmo com casas grandes, as pessoas preferem cães pequenos. Erin especula que isto talvez aconteça porque os portugueses levam mais vezes os seus animais de estimação a passear na rua.
Erin salienta, no artigo, que embora os portugueses estejam constantemente a avisar que falar português não é o mesmo que falar espanhol, é possível falar com um português em espanhol. “Parece que os espanhóis não têm esta capacidade”, avisa a investigadora, “os portugueses conseguem compreendê-los (aos espanhóis) mas eles não percebem os portugueses”.
 
Modestos e tímidos
Num outro parágrafo, a investigadora garante que a maior parte dos portugueses fala inglês melhor do que parece. “Não se admire se descobrir, ao fim de umas semanas, que o senhor do café fala um inglês perfeito, mesmo que peça desculpa por não falar a sua língua”, diz Erin. Um fenómeno que a investigadora atribui ao facto dos portugueses serem “modestos e tímidos”. 

Sobre o vestuário, a autora do artigo considera que os portugueses gostam de roupa elegante mas “pouco ostensiva”, pelo que “os homens normalmente vestem calças com polos e as mulheres saias com tops casuais mas bonitos”.
 
Erin defende ainda que todo o país se revela extremamente cuidado com “calçadas de pedra”, “bonitos azulejos que indicam os nomes das ruas”, e modernos passeios nas zonas ribeirinhas. Comparando com outros países, a investigadora diz que os portugueses são “incrivelmente dedicados” às suas cidades.  

Erin elogia ainda a qualidade dos vinhos e da rede de transportes públicos, “bem desenhada e esteticamente agradável”, o sol que persiste ao longo do Verão e o facto das pessoas serem “educadas e prestáveis”. 
 
Apesar de tudo isto, diz a investigadora, os portugueses tendem a “subestimar o seu país. “Dizem que estão sempre em crise, que a burocracia é um pesadelo e que é tudo muito caro”, afirma Erin.
Isso faz com que, conclui a australiana, “muitos portugueses queiram fugir para outro país, enquanto todos os outros parecem querer vir para cá”. 


Fonte: "boas noticias"

sábado, 5 de outubro de 2013

- A revolução "3D print" avança para "4D"

Máquinas que se auto-reparam, estruturas que se adaptam às circunstâncias, móveis que procedem à sua própria montagem, objectos que mudam de forma, materiais que mudam o seu comportamento consoante o tempo … A revolução industrial “3D Print” está a passar a outra dimensão e a tornar-se “4D Print”, incorporando a quarta dimensão, o tempo.
Ainda a ‘milagrosa’ revolução industrial da “3D Print” está nos primórdios, ainda mal começou, ainda os seus efeitos não se fazem sentir e ainda a imensa maioria nem sequer ouviu falar dela, mas já se pergunta o que vem depois da 3D Print. Pois, será a… 4D Print!
Se a 3D Print já era difícil de imaginar, com esta evolução é um outro mundo que se nos apresenta, um mundo em que até os móveis (atenção Paços de Ferreira) serão capazes de se montar a si mesmos!

Isto que parece ser uma louca fantasia de alguns cientistas já tem o apoio das Forças Armadas dos EUA concretizado com um financiamento de 855.000 dólares

Será bom que a indústria civil não adormeça ! ...


Adaptado  do IE