sábado, 30 de abril de 2016

terça-feira, 12 de abril de 2016

-"Marinha dos EUA e Terrorismo: 200 anos de convivência"


Quando em 1 de março de 2008, a garrafa de champagne se partiu ( só à segunda tentativa ) no batismo do "USS Navy New York", poucos estariam conscientes de que estavam a assistir a uma repetição da História.
O "USS Navy New York", foi construido, em parte, com o aço recuperado do World Trade Center, depois do covarde ataque perpetrado por terroristas muçulmanos e é um "Transporte Anfíbio, da classe Santo António" destinado ao combate ao terrorismo, podendo transportar  360 marinheiros e 700 fuzileiros navais.


A parte curiosa deste acontecimento é ser semelhante ao que aconteceu 200 anos antes, quando, em 1798, se batizava uma das fragatas que o Presidente Thomas Jefferson,  enviou para as costas do Norte de África para combaterem os piratas islâmicos (os terroristas dessa época) que sequestravam os navios que passavam no Mediterrâneo, incluindo os americanos.
Os piratas muçulmanos, além de atacarem frequentemente o litoral português, espanhol, francês e italiano, fazendo vítimas e escravos, saqueavam as cargas dos navios e cobravam fortunas pelos resgates.
Em 1786, Tohmas Jefferson e John Adams encontraram-se com Sidi Haji Abdul Rahman Adja, embaixador dos povos da região de Tripoli e Jefferson quis saber em que direito se baseavam os muçulmanos para continuarem a sequestrar e a matar americanos. O embaixador terá respondido que " o Islão foi fundado nas Leis do Profeta, que estão escritas no Corão, e diz que todas as nações que não aceitarem a sua autoridade são pecadoras e que é direito e dever declarar guerra contra os seua cidadãos onde puderem ser encontrados e fazer deles escravos."
Segundo consta, Jefferson ficou muito chocado com a resposta mas o governo americano continuou a pagar. As quantias pagas pelos resgates representavam 16% do orçamento federal e já atingiam 20% quando John Adams se tornou Presidente, em 1797.
Em 1801, logo após Jefferson ter sido eleito Presidente, os piratas aumentaram o preço da autorização para navegar nas "suas águas" e Jefferson, que sempre tinha sido contra o pagamento dos resgates, decide não pagar.
Com a recusa de Jefferson, os muçulmanos de Tripoli tomaram a embaixada americana e declararam guerra aos EUA.
Tunísia, Marrocos e Argélia juntaram-se aos líbios, ficando todo o norte de África, com exceção do Egito, em guerra com os EUA.
Felizmente, para Thomas Jefferson, anteriormente já havia planos para combater os piratas e o Congresso tinha aprovado, em 1794, a recuperação da marinha de guerra que fora dissolvida após a Independência.
Foram construidas seis fragatas destinadas a combater os piratas muçulmanos e foram elas que foram enviadas para o Mediterrâneo. Um acontecimento muito semelhante ao que iria acontecer 200 anos depois.
O conflito durou até 1805, terminando com vitória dos americanos que ocuparam a zona durante alguns anos para manter a paz.
Ainda há quem duvide de que a História sempre se repete !AN

quarta-feira, 6 de abril de 2016

-" A senhora do nº 6"

Uma senhora de 109 anos, cheia de recordações e que só vive para a música !
Um testemunho de vida impressionante e comovedor de uma pessoa que , através da música, conseguiu vencer a morte que o nazismo lhe queria impor.
IMPERDÍVEL !