sábado, 25 de junho de 2016

-" O Cu da Guarda "

Pormenor curioso da Sé Catedral da Cidade da Guarda

A Guarda, conhecida como a cidade mais alta de Portugal, conta com um pormenor escatológico com quatro centenas de anos que não está propriamente aos olhos de toda a gente – os nativos chamam-no de Cu da Guarda, e isto é para levar no sentido mais literal possível. O Cu da Guarda é uma gárgula esculpida numa esquina da Sé Catedral, obra negra e gótica que se encontra na parte alta da urbe (uma porção dela tida como uma judiaria), e trata-se, provavelmente, do maior orgulho das gentes guardenses.
Quem fez tal coisa, não se sabe. Mas a intenção parece ser óbvia: provocar Castela, visto o cu estar virado para Espanha. Este sentido parece ser o mais plausível, sobretudo se tivermos em conta que a Guarda não é a única povoação a querer desafiar os espanhóis com algum sentido de humor à mistura –  há mais cus em formas de gárgula em Portugal, sendo igualmente conhecido o de Caminha, também ele voltado para a fronteira.
Hoje, o Cu da Guarda funciona também como inspiração para artistas bracarenses. Só prova o quão importante ele é na construção da identidade desta guerreira cidade beirã.

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quinta-feira, 2 de junho de 2016

-" Quinta da Regaleira"- um mundo de beleza, sonho e fantasia

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O PALÁCIO DA REGALEIRA é o edifício principal e o nome mais comum do palácio da Quinta da Regaleira. Também é designado Palácio do Monteiro dos Milhões, denominação esta associada à alcunha do seu primeiro proprietário, António Augusto de Carvalho Monteiro.
O palácio está situado na encosta da serra e a escassa distância do Centro Histórico de Sintra estando classificado como Imóvel de Interesse Público desde 2002.[1]
Carvalho Monteiro, pelo traço do arquitecto italiano Luigi Manini, dá à quinta de 4 hectares, o palácio, rodeado de luxuriantes jardins, lagos, grutas e construções enigmáticas, lugares estes que ocultam significados alquímicos, como os evocados pela Maçonaria, Templários e Rosa-cruz. Modela o espaço em traçados mistos, que evocam a arquitectura românica, gótica, renascentista e manuelina.
(Wikipedia)

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