domingo, 31 de dezembro de 2017

-" O esplendor da Natureza "



Para finalizar 2017, um vídeo maravilhoso que desejo Vos inspire para serem felizes no Novo Ano de 2018




sábado, 16 de dezembro de 2017

-" O Navio-escola "SAGRES"

O "NRP Sagres" é o principal navio-escola da Marinha Portuguesa e é o terceiro navio com esse nome a desempenhar funções de instrução; por isso, é também chamado de "Sagres III".


                                                                                               (FOTO)

É o navio mais conhecido das Forças Armadas de Portugal, identificado pelas suas velas ostentando a cruz da Ordem de Cristo. Além das funções de navio-escola também tem sido utilizado na representação nacinal e internacional da marinha e de Portugal.
Em 19 de janeiro de 2010, partiu para a terceira volta ao mundo e passados 11 meses regressou a Lisboa depois de ter escalado 28 portos, ter navegado 5.500 horas e ter sido visitado por cerca de 300.000 pessoas.
Além das circum-navegações, a Sagres III participou na Regata Colombo (1992), nas comemorações dos 450 anos da chegada dos Portugueses ao Japão (1993) e ainda nas celebrações por ocasião dos 500 anos da Descoberta do Brasil (2000).


domingo, 10 de dezembro de 2017

-" A pesca do Bacalhau "

(VÍDEO NO FINAL)

Creio que se pode considerar, com elevado grau de certeza, que a pesca do bacalhau pelos portugueses é uma prática quase milenar.

.Os portugueses pescavam principalmente no Grande Banco, que inclui parte do Banco da Terra Nova, e mais tarde na Gronelândia.
Há indícios de que no século X já havia comércio com os escandinavos, (do qual a pesca não ficaria de fora) que são reforçados no século XII com o casamento de Berengária, filha de  Sancho I com Valdemar II da Dinamarca, o que indicia um ligação grande entre os dois reinos.
No entanto, a mais antiga referência à pesca do bacalhau de que há registo é de 1353 quando é celebrado um tratado entre o rei português Pedro I e o inglês Eduardo II, no qual se estabelece que os portugueses possam pescar bacalhau nas costas da Inglaterra.
Mas a pesca do bacalhau pelos portugueses não ficou por aí, porque em 1504 já tinham colónias na Terra Nova às quais existem referências datadas de 1520 a 1525.  
Estas colónias correspondem a um tipo de pesca sedentária, onde os barcos encontravam uma base em terra, e a partir daí os pescadores saiam em embarcações mais pequenas à pesca com aparelhos de linha. Naturalmente o amanhar do peixe e a primeira seca e salga era também em terra. Esta opção podia não ser a única, podendo já ocorrer uma pesca errante, semelhante à que mais tarde foi adoptada pelos lugres.
A requisisção de Filipe I, de Portugal, ( Filipe II, de Espanha) de todos os barcos capazes de enfrentar o mar alto para formar a malograda Armada Invencível, deu um rude golpe na frota bacalhoeira portuguesa, de tal forma que em 1624 não havia nenhuma embarcação capaz.  
Em 1583, o inglês Gilbert Raleigh ocupa a Terra Nova pondo fim à longa história das colónias de pescadores portugueses na América do Norte.
Daí, e até ao século XIX, a pesca do bacalhau feita pelos portugueses desapareceu
Em 1830 foram comprados barcos na Inglaterra com os quais se retomou a pesca do bacalhau que se manteve inalterada até aos anos 70 do século XX.
A partir de 1927 os pescadores passaram a ter o precioso apoio do navio-hospital Gil Eanes e e em 1931 voltam a pescar na Groenlândia, o que coincide com o início do uso do trole (uma linha com vários anzóis, deixada no fundo e recolhida a intervalos mais ou menos regulares).
1968, assinala o princípio do fim, com as primeiras diminuíções das capturas, e as restrições à pesca nas água nacionais dos diversos países.
A pesca do bacalhau à linha terminaria definitivamente em 1974, 3 anos depois de o último lugre ter partido pela última vez para os Bancos.





sábado, 25 de novembro de 2017

-"O ADN exclusivo dos portugueses"

 
 FOTO

Está cientificamente provado que os portugueses têm um ADN que não existe em nenhum outro povo. Não quer dizer que seja melhor ou que seja pior; é, simplesmente, único o que não deixa de ser uma curiosidade !
Será bom recordar que ADN, é a sigla para Ácido DesoxirriboNucléico, que é um composto orgânico cujas moléculas contêm as instruções genéticas que coordenam o desenvolvimento e funcionamento de todos os seres vivos e de alguns vírus.

O vídeo que se segue explica melhor as condições que levaram à formação deste ADN único.

O artigo da brasileira Ruth Manus, que o precede, é a análise mais correta que, creio, já alguma vez foi feita sobre as caracteristicas dos portugueses.



OPINIÃO DE UMA BRASILEIRA SOBRE OS PORTUGUESES


Por: RUTH MANUS, advogada e professora universitária; escreve um blogue num Jornal de S. Paulo.

"Dentre as coisas que mais detesto, duas podem ser destacadas: ingratidão e pessimismo.
Sou incuravelmente grata e otimista e, comemorando quase 2 anos em Lisboa, sinto que devo a Portugal o reconhecimento de coisas incríveis que existem aqui - embora me pareça que muitos nem percebam.
Não estou dizendo que Portugal seja perfeito. Nenhum lugar é. Nem os portugueses são, nem os brasileiros, nem os alemães, nem ninguém. Mas para olharmos defeitos e pontos negativos basta abrir qualquer jornal, como fazemos diariamente.

Mas acredito que Portugal tenha certas características nas quais o mundo inteiro deveria inspirar-se.

Para começo de conversa, o mundo deveria aprender a cozinhar com os portugueses.
Os franceses aprenderiam que aqueles pratos com porções minúsculas não alegram ninguém.
Os alemães descobririam outros acompanhamentos além da batata.
Os ingleses aprenderiam tudo do zero.

Bacalhau e pastel de nata ? Não. Estamos falando de muito mais.
Arroz de pato, arroz de polvo, alheira, peixe fresco grelhado, ameijoas, plumas de porco preto, grelos salteados, arroz de tomate, baba de camelo, arroz doce, bolo de bolacha, ovos moles.
Mais do que isso, o mundo deveria aprender a se relacionar com a terra como os portugueses se relacionam.
Conhecer a época das cerejas, das castanhas e da vindima.
Saber que o porco é alentejano, que o vinho do Porto é do Douro.
Talvez o pequeno território permita que os portugueses conheçam melhor o trajeto dos alimentos até a sua mesa, diferente do que ocorre, por exemplo, no Brasil.
O mundo deveria saber ligar a terra à família e à história como os portugueses.
A história da quinta do avô, as origens transmontanas da família, as receitas típicas da aldeia onde nasceu a avó.
O mundo não deveria deixar o passado escoar tão rapidamente por entre os dedos.

E se alguns dizem que Portugal vive do passado, eu tenho certeza de que é isso o que os faz ter raízes tão fundas e fortes.

O mundo deveria ter o balanço entre a rigidez e a afeto que têm os portugueses.
De nada adiantam a simpatia e o carisma brasileiros se eles nos impedem de agir com a seriedade e a firmeza que determinados assuntos exigem. O deputado Jair Bolsonaro, que defende ideias piores que as de Donald Trump, emergiu como piada e hoje se fortalece como descuido no nosso cenário político. Nem Bolsonaro nem Trump passariam em Portugal .
Os portugueses - de direita ou de esquerda - não riem desse tipo de figura, nem permitem que elas floresçam.
Ao mesmo tempo, de nada adianta o rigor japonês que acaba em suicídio, nem a frieza nórdica que resulta na ausência de vínculos.
Os portugueses são dos poucos povos que sabem dosar rigidez e afeto, acidez e doçura, buscando sempre a medida correta de cada elemento, ainda que de forma inconsciente.
Todo país do mundo deveria ter uma data como o 25 de abril para celebrar. Se o Brasil tivesse definido uma data para celebrar o fim da ditadura, talvez não observássemos com tanta dor a fragilidade da nossa democracia. Todo país deveria fixar o que é passado e o que é futuro através de datas como essa.

Todo idioma deveria conter afeto nas palavras corriqueiras como o português de Portugal transporta.
Gosto de ser chamada de “miúda“.
Gosto de ver os meninos brincando e ouvir seus pais chama-los carinhosamente de “putos“.
Gosto do uso constante de diminutivos.
Gosto de ouvir ”magoei-te ?” quando alguém pisa no meu pé.
Gosto do uso das palavras de forma doce.

O mundo deveria aprender a ter modéstia como os portugueses,

 embora os portugueses devessem ter mais orgulho desse seu país do que costumam ter.
Portugal usa suas melhores características para aproximar as pessoas, não para afastá-las.

A arrogância que impera em tantos países europeus passa bem longe dos portugueses.

O mundo deveria saber olhar para dentro e para fora como Portugal sabe.
Portugal não vive centrado em si próprio como fazem os franceses e os norte-americanos.
Por outro lado, não ignora importantes questões internas, priorizando o que vem de fora, como ocorre com tantos países colonizados.
Portugal é um país muito mais equilibrado do que a média e é muito maior do que parece.

Acho que o mundo seria melhor se fosse um pouquinho mais parecido com Portugal.

Essa sorte, pelo menos, nós, brasileiros, tivemos."















OPINIÃO DE UMA BRASILEIRA SOBRE OS PORTUGUESES


Por: RUTH MANUS, advogada e professora universitária; escreve um blogue num Jornal de S. Paulo.

"Dentre as coisas que mais detesto, duas podem ser destacadas: ingratidão e pessimismo.
Sou incuravelmente grata e otimista e, comemorando quase 2 anos em Lisboa, sinto que devo a Portugal o reconhecimento de coisas incríveis que existem aqui - embora me pareça que muitos nem percebam.
Não estou dizendo que Portugal seja perfeito. Nenhum lugar é. Nem os portugueses são, nem os brasileiros, nem os alemães, nem ninguém. Mas para olharmos defeitos e pontos negativos basta abrir qualquer jornal, como fazemos diariamente.

Mas acredito que Portugal tenha certas características nas quais o mundo inteiro deveria inspirar-se.

Para começo de conversa, o mundo deveria aprender a cozinhar com os portugueses.
Os franceses aprenderiam que aqueles pratos com porções minúsculas não alegram ninguém.
Os alemães descobririam outros acompanhamentos além da batata.
Os ingleses aprenderiam tudo do zero.

Bacalhau e pastel de nata ? Não. Estamos falando de muito mais.
Arroz de pato, arroz de polvo, alheira, peixe fresco grelhado, ameijoas, plumas de porco preto, grelos salteados, arroz de tomate, baba de camelo, arroz doce, bolo de bolacha, ovos moles.
Mais do que isso, o mundo deveria aprender a se relacionar com a terra como os portugueses se relacionam.
Conhecer a época das cerejas, das castanhas e da vindima.
Saber que o porco é alentejano, que o vinho do Porto é do Douro.
Talvez o pequeno território permita que os portugueses conheçam melhor o trajeto dos alimentos até a sua mesa, diferente do que ocorre, por exemplo, no Brasil.
O mundo deveria saber ligar a terra à família e à história como os portugueses.
A história da quinta do avô, as origens transmontanas da família, as receitas típicas da aldeia onde nasceu a avó.
O mundo não deveria deixar o passado escoar tão rapidamente por entre os dedos.

E se alguns dizem que Portugal vive do passado, eu tenho certeza de que é isso o que os faz ter raízes tão fundas e fortes.

O mundo deveria ter o balanço entre a rigidez e a afeto que têm os portugueses.
De nada adiantam a simpatia e o carisma brasileiros se eles nos impedem de agir com a seriedade e a firmeza que determinados assuntos exigem. O deputado Jair Bolsonaro, que defende ideias piores que as de Donald Trump, emergiu como piada e hoje se fortalece como descuido no nosso cenário político. Nem Bolsonaro nem Trump passariam em Portugal .
Os portugueses - de direita ou de esquerda - não riem desse tipo de figura, nem permitem que elas floresçam.
Ao mesmo tempo, de nada adianta o rigor japonês que acaba em suicídio, nem a frieza nórdica que resulta na ausência de vínculos.
Os portugueses são dos poucos povos que sabem dosar rigidez e afeto, acidez e doçura, buscando sempre a medida correta de cada elemento, ainda que de forma inconsciente.
Todo país do mundo deveria ter uma data como o 25 de abril para celebrar. Se o Brasil tivesse definido uma data para celebrar o fim da ditadura, talvez não observássemos com tanta dor a fragilidade da nossa democracia. Todo país deveria fixar o que é passado e o que é futuro através de datas como essa.

Todo idioma deveria conter afeto nas palavras corriqueiras como o português de Portugal transporta.
Gosto de ser chamada de “miúda“.
Gosto de ver os meninos brincando e ouvir seus pais chama-los carinhosamente de “putos“.
Gosto do uso constante de diminutivos.
Gosto de ouvir ”magoei-te ?” quando alguém pisa no meu pé.
Gosto do uso das palavras de forma doce.

O mundo deveria aprender a ter modéstia como os portugueses,
 
 embora os portugueses devessem ter mais orgulho desse seu país do que costumam ter.
Portugal usa suas melhores características para aproximar as pessoas, não para afastá-las.

A arrogância que impera em tantos países europeus passa bem longe dos portugueses.
 
O mundo deveria saber olhar para dentro e para fora como Portugal sabe.
Portugal não vive centrado em si próprio como fazem os franceses e os norte-americanos.
Por outro lado, não ignora importantes questões internas, priorizando o que vem de fora, como ocorre com tantos países colonizados.
Portugal é um país muito mais equilibrado do que a média e é muito maior do que parece.

Acho que o mundo seria melhor se fosse um pouquinho mais parecido com Portugal.

Essa sorte, pelo menos, nós, brasileiros, tivemos."

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

-"Encharéu: o peixe caçador de aves"



É um caçador nato que não hesita em caçar à superfície, saindo mesmo da água para caçar aves marinhas. 


O encharéu (pseudocaranx dentex), é um peixe da família dos carangídeos que, em média, mede 1,22m, pesa 18 Kg e encontra-se no Atlântico, USA, Carolina do Norte, Sul do Brasil, Mediterrâneo, Açores, Madeira, Canárias, África, Japão, Hawaii, Austrália, Irlanda e Nova Caledónia.
Habita águas costeiras e baías de 0 a 238 m de profundidade e enquanto jóvem vive em estuários e em zonas costeiras, formando cardumes imensos que caçam a grande velocidade, alimentando-se básicamente de plâncton e invertebrados que ingerem através de sucção; ao atingir a maturidade, ingere invertebrados e peixes tais como: sardinhas, cavalas, tainhas e carapaus.

sábado, 18 de novembro de 2017

-"A singular aldeia Casal de São Simão"

Pequena aldeia cuja singularidade é as suas casas serem construida em quartzito uma rocha que na construção civil só é utilizada como revestimento e decoração. O uso desta rocha  deve-se à proximidade das Fragas de São Simão, um conglomerado onde ela abunda.
 
A aldeia só tem uma rua e o possui o templo mais antigo de Figueiró dos Vinhos.

A singularidade do uso de quartzito na sua construção reside no facto de esta rocha, além do  uso ornamental, ser utilizada na siderurgia como leito de fusão de altos-fornos.
O quartzito é uma rocha metamórfica cujo componente principal é o quartzo.
O quartzo, por sua vez, ligado ao feldspato e à mica dá origem ao granito que, este sim, foi até há pouco o material por excelência da construção.

A aldeia Casal de São Simão está integrada na Rota das Aldeias de Xisto por razões de ordem logistica, apesar de o material utilizado na sua construção ser uma rocha metamórfica, portanto diferente do xisto que é argila metamorfizada.

sábado, 4 de novembro de 2017

-"Madre Paula"- a grande paixão de D.João V"


Madre Paula

A grande paixão do rei D.João V foi Paula Teresa da Silva, freira do Convento de Odivelas, onde ficou conhecida pelo nome de "Madre Paula".
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 Claustro do convento de Odivelas

Naquele tempo muitas mulheres iam viver para conventos por questões de ordem social e poucas iam para lá por vocação. As visitas aos conventos faziam parte da etiqueta social e os relacionamentos amorosos eram frequentes e aceites, desde que praticados com discrição. Era elegante os nobres terem a sua freira e usarem as celas para os encontros amorosos.

Cozinha do convento de Odivelas

Nesses encontros eram vulgar servirem-se doces conventuais tendo alguns ficado famosos como a marmelada de Odivelas e o pudim da Madre Paula.
As visitas aos conventos eram tão frequentes que acabaram por ser denunciadas e se tornarem escandalosas.



Para fugir ao escândalo, e poder continuar o seu relacionamento amoroso,  D.João V mandou construir, para a sua amante Paula, o Palácio Pimenta que deslumbrava pelo luxo dos seus interiores e do seu mobilário.
Madre Paula teve um filho do rei e sobreviveu 35 anos ao amante, sempre tratada com a maior consideração.






quinta-feira, 26 de outubro de 2017

-"O castelo de Santa Maria da Feira"

Não se pode ignorar o papel importante que o castelo de Santa Maria da Feira teve na fundação de Portugal, pois foi lá que terá sido combinado o movimento revoltoso que deu origem a esse acontecimento. Dai a importância do castelo de Santa Maria da Feira.
 
 Castelo de Santa Maria da Feira
 Os historiadores são quase unânimes quando afirmam que o primeiro Rei de Portugal, D. Afonso Henriques, terá nascido em Guimarães. E por isso mesmo, esta belíssima cidade minhota, cujo centro histórico é Património da Humanidade, ostenta o honroso título de "Berço de Portugal".

No entanto, atendendo aos acontecimentos que levaram à formação de Portugal, tem de se considerar o papel importante que Santa Maria da Feira teve.

Quando, em 1095, o conde D. Henrique e sua mulher, D. Teresa, tomaram conta do Condado Portucalense, o Castelo da Feira era, juntamente com os de Guimarães, Faria e Neiva, um dos principais do novo domínio. O conde morreu em 1112 e D. Teresa casou com o galego Fernando Peres. Inevitável se tornou, dai, o conflito com o filho, D. Afonso Henriques. Eivado de motivação fortemente independentista, o primeiro rei de Portugal haveria de colher o apoio de nobres contra a condessa com epilogo na famosa Batalha de São Mamede (1128). Ao tempo, Ermígio Moniz de Ribadouro era senhor da Terra de Santa Maria e alcaide do castelo, onde, terá sido combinado o movimento revoltoso.
  castelos mais bonitos de portugal
 Castelo de Santa Maria da Feira
O castelo de Santa Maria da Feira é um dos mais notáveis monumentos portugueses quanto à forma como espelha a diversidade de recursos defensivos utilizados entre os séc. XI e XVI e que o torna peça única da arquitetura militar portuguesa. Do antigo castro romano, e depois fortaleza ampliada na época da reconquista cristã, restam dele hoje, apenas o 1º piso da “Torre de Menagem”. Sancho I, deixou-o, por testamento, a suas filhas. Mais tarde (1300) foi incluído no património da Rainha Santa Isabel.
A primeira referencia documental do Castelo da Feira é a "Chronica Gothorum" e data de 1035. Noticia o texto a vitória de Bermudo III de Leão sobre um chefe mouro, em César, povoação localizada no território do castelo. Há indícios, porem, de que o reduto remonte ao século X, pois em 977 surge a primeira alusão documental à "civitas" de Santa Maria.
Pouco se sabe, ao certo, dos contornos do castelo na época medieval. A construção primitiva converteu-se em menagem-alcaçova envolvida por uma cerca, sendo a atual imagem do castelo obra de Fernão Pereira, terceiro senhor da Feira e alcaide por mercê de D. Afonso V, em 1448, e de seu filho, Rui Vaz Pereira, primeiro conde da Feira.
Castelo de Santa Maria da Feira
Castelo de Santa Maria da Feira
A porta principal, a Porta da Vila, dá para a praça de armas, ao fundo da qual se ergue a menagem-alcáçova (com torre em cada um dos quatro ângulos), de três pisos, concentrando-se a zona residencial nos dois andares superiores. No primeiro sobressai a cisterna na Torre do Poço, com uma profundidade de 33,5 metros que dava acesso a uma nascente de água. O segundo é inteiramente ocupado pela sala nobre, com três lareiras, um fogão e quatro janelas, três delas dotadas de conversadeiras. O terceiro piso destinava-se a zona habitacional mais íntima.
Castelo de Santa Maria da Feira
Castelo de Santa Maria da Feira
No século XVII construiu-se o Palácio dos Condes da Feira que ocupava quase todo o topo nascente da cerca. Demolido em 1929, restam algumas Paredes, a escadaria e o chafariz. Também do século XVII é a Capela de Nossa Senhora da Encarnação, mandada erguer pela sexta condessa, D. Joana Pereira, no local onde existira outra com a mesma invocação. Vila da Feira passou a cidade de Santa Maria da Feira pelo decreto-lei n° 39 de 14 de Agosto de 1985.
Fonte:Vortex
Compilação: A.Norton

domingo, 22 de outubro de 2017

-"1.400 anos com medo do IsIão"

Na ligação abaixo indicada, encontrarão um excelente vídeo do Centro de Estudos Políticos do Islão, legendado em português, que desmistifica muito do que a história nos tem ensinado.

"Mais de 1 milhão de cristãos foram vendidos como escravos."
"As Cruzadas foram batalhas defensivas e duraram menos de 300 anos."
"Todas as batalhas Jihad foram ofensivas durante 1.400 anos, até hoje. "


https://www.youtube.com/watch?v=QSMbJDhVyg0

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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

-"7 fantásticas aldeias para visitar perto do Porto"




O Porto é uma cidade fantástica, ninguém duvida disso. Tem muito para visitar e para oferecer aos turistas. No entanto, para os habitantes do Porto, torna-se necessário, por vezes, uma pequena escapadela, de um ou vários dias, até um local mais sossegado para recarregar energias. Perto do Porto existem várias aldeias típicas onde isso é possível. Podem ser as típicas aldeias do Minho, podem ser as agrestes e belas aldeias do Gerês e até aldeias de xisto situadas um pouco mais no centro do país. Descubra as melhores aldeias para visitar perto do Porto.

1. Estorãos

Estorãos é uma pequena aldeia minhota situada a cerca de seis quilómetros de Ponte de Lima onde corre a ribeira que lhe dá o nome. As águas vindas do alto da serra de Arga serpenteiam no meio de pinheiros, vinhas e campos estrumados criando pequenos lagos e represas onde trutas e lampreias se escondem de turistas e pescadores.

Estorãos
A paisagem é magnífica. O recorte azulado e sombrio da serra contrasta com o verde dos campos e as cores outonais das vinhas e searas criando verdadeiros jardins que pedem muitos passeios e descobertas rústicas. De cada lado da ribeira várias casas de granito e outras mais modernas formam uma pequena aldeia ligada por uma velha ponte românica. Do lado direito da ponte, um moinho de pedra com a roda de madeira intacta parece uma sentinela nas águas calmas próprias dos dias em que não chove.

2. Quintandona

A aldeia de Quintandona, integrada na freguesia de Lagares, concelho de Penafiel, apresenta grandes potencialidades de desenvolvimento turístico, já que se trata de uma aldeia típica preservada, com uma beleza e arquitectura singulares, situada próximo dos grandes centros urbanos. Na verdade, a aldeia, com as suas construções em pedra de lousa e de xisto, e a paisagem agrícola e florestal que a envolve, quando “descobertas” pelas gentes urbanas das proximidades, conduzirão a uma grande procura turística.

Quintandona (Penafiel)
Como se disse, as casas são todas em xisto, tal como o solo, o que se constitui um elemento diferenciador, pois no concelho de Penafiel a rocha mais abundante é o granito. Na aldeia existe ainda uma capela com mais de 200 anos e uma associação - Os ComoDEantes - que aprofundou aqui as suas raízes, dinamizando o teatro. Quanto à paisagem rural da aldeia, ela evidencia que as populações locais vivem da agricultura, sendo de destacar o caminho que vai desde a aldeia até ao Monte da Pegadinha, um miradouro natural de toda a zona.

3. Trebilhadouro

No património edificado de Trebilhadouro é possível antever tradições e costumes de outros tempos. A aldeia mantém a traça de um espaço que durante séculos se dedicou à agricultura. Esta paisagem agrícola e florestal ainda hoje é marcante na aldeia da freguesia de Rôge, em Vale de Cambra. Há décadas desabitada, toda a aldeia mantém a tradicional da casa rural portuguesa em pedra granítica, material que se estende aos caminhos. Percorra-os sem pressas! As eiras e os canastros que abundam pela aldeia fora lembram outros tempos em que se viviam intensamente as desfolhadas, ao som de cantorias, concertinas e violas; a matança do porco ou as vindimas.

Trebilhadouro (Vale de Cambra)
Também o espírito comunitário está patente em equipamentos como o tanque público e a fonte. Perdido nas encostas da serra da Freita, o local é rodeado pela serra do Trebilhadouro e o Alto do Galinheiro, de onde se avista o mar e a ria de Aveiro. Aqui nasce, também, um ribeiro que vai desaguar no rio Caima, e cujas águas servem para regar os campos das aldeias vizinhas. O verde abunda nestas encostas, que vale a pena desbravar. Pinheiros e eucaliptos dominam a vegetação envolvente e a encosta é também marcada pelos socalcos, a dividirem pequenos terrenos agrícolas. Explore sem pressa este bonito local, inspire fundo o ar do monte e prepare-se para uma boa caminhada!

4. Soajo

O Soajo, uma das mais típicas aldeias portuguesas, pertence ao concelho de Arcos de Valdevez e situa-se numa das vertentes da serra da Peneda, inserida no Parque Nacional da Peneda-Gerês. A aldeia foi vila e sede de concelho entre 1514 e meados do século XIX mas, a sua história, começa muito antes, como o comprovam o Santuário Rupestre do Gião, na serra do Soajo, e as inúmeras antas e mamoas que existem nesta zona.
Soajo
Soajo
Possui um grandioso conjunto de espigueiros (classificados como imóvel de interesse público) erigidos sobre uma gigantesca laje granítica e que, ainda hoje, são utilizados para secar o milho, pelas gentes da terra. Enquanto caminha pelas ruas pavimentadas com lajes de granito repare nas casas típicas construídas no mesmo material. Aprecie a Casa da Câmara, a Casa do Enes, a Igreja Paroquial de São Martinho do Soajo, o moinho em ruínas e o pelourinho. Atente na calçada medieval que proporciona uma vista panorâmica da aldeia. As inúmeras casas de turismo aqui existentes nasceram da recuperação de edifícios antigos. São espaços muito bem restaurados que mantiveram a traça tradicional e que proporcionam estadias confortáveis em pleno Parque da Peneda-Gerês.

5. Lindoso

Lindoso é uma aldeia do concelho de Ponte da Barca que faz fronteira com Espanha e está inserida no Parque Nacional da Peneda- Gerês. Foi vila e sede de concelho até ao início do século XIX. O Castelo de Lindoso, construído no reinado de D. Afonso III, no século XIII, está classificado como monumento nacional e merece uma visita cuidada.
locais para visitar no Norte de Portugal
Lindoso
Merecedor, também, de um olhar atento, é o conjunto de espigueiros da aldeia. São mais de cinquenta exemplares, dos séculos XVIII e XIX, ainda hoje utilizados para a secagem de cereais. Para além destes, o valioso património edificado inclui o Pelourinho, o Cruzeiro do Castelo, o Cruzeiro do Largo do Destro, a Igreja Matriz, o lavadouro da aldeia e as calçadas medievais. Nas imediações da aldeia, em Parada, percorra o Trilho dos Moinhos de Água e mergulhe nas águas refrescantes do Poço da Gola. A aldeia conta com diversas casas de turismo recuperadas, um convite à estadia em pleno Alto Minho.

6. Pias

A aldeia de Pias é uma povoação da freguesia e município de Cinfães, situada no considerado “Vale encantado” entre 150 e 200 metros de altitude na margem esquerda de um dos rios mais limpos da Europa, o Bestança e a sul do Rio Douro. A proximidade do rio e o facto de ter sido edificada uma ponte na idade média, determinaram a prosperidade da aldeia, já que a agricultura foi sempre a actividade principal da localidade.
aldeia de Pias
Pias - Pedro Sá
Pias terá sido uma povoação importante e atractiva para todas as classes sociais, como se pode constatar pela existência de algumas importantes casas senhoriais, ao lado das quais se aninham alguns notáveis exemplares de genuína arquitectura popular. A povoação é rica em tradições, onde sobressai o folclore, mantém a prática de agricultura, as tradições religiosas, preserva também a sua gastronomia e muito das suas gentes

7. Sistelo

A aldeia de Sistelo situa-se no concelho de Arcos de Valdevez, em pleno Parque Nacional da Peneda-Gêres, junto à nascente do rio Vez. Famosa pelas suas paisagens em socalcos, onde se cultiva o milho e pasta o gado, a aldeia encontra-se muito bem preservada, tendo sido recuperadas as casas típicas de granito, os espigueiros e os lavadouros públicos. O Castelo de Sistelo, ex-líbris da aldeia, merece uma cuidadosa visita: trata-se de um palácio de finais do século XIX onde viveu o Visconde de Sistelo. Deambule pelas ruelas de Sistelo e aprecie a Igreja Paroquial, a Casa do Visconde de Sistelo, a Ponte Romana e o Moinho, a ponte de Sistelo de jusante, a Ermida de Nossa Senhora dos Aflitos e as Capelas de Santo António, de São João Evangelista, da Senhora dos Remédios e da Senhora do Carmo.
Sistelo
Sistelo
Não deixe de subir ao miradouro do Chã da Armada para admirar a magnífica vista panorâmica! Se é apreciador de caminhadas na natureza, percorra o Trilho das Brandas de Sistelo (10 km), que tem início na aldeia, e fique a conhecer as brandas de Rio Covo, em Sistelo, do Alhal, no Padrão, e da Cerradinha, terrenos que, durante o verão, serviam de apoio à pastorícia. O artesanato característico da aldeia é composto pelas meias redondas de lã e pelos aventais de lã. Aproveite e traga algumas peças de recordação!
Fonte: Vortex

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

-"SISTELO - Património evolutivo vivo"



PÉROLA DA NATUREZA, Sistelo está no processo de classificação como paisagem cultural e integra a "reserva mundial da biosfera" da UNESCO.

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sábado, 14 de outubro de 2017

-"6 aldeias de sonho para visitar perto de Lisboa"


Típicas, encantadoras, charmosas... à beira mar, nas montanhas de Sintra, na região saloia ou no Alentejo. Venha daí descobrir 7 aldeias para visitar perto de Lisboa.

1. Penedo

A sua origem não está muito bem definida mas existem autores que apontam para a referência ao Penedo já no séc. XIII, mais propriamente dados de 1527. A Aldeia do Penedo conserva ainda algumas casas de traça antiga, que lhe conferem uma imagem de aldeia típica. Situada no alto de uma encosta, permite ao visitante caminhadas pelas suas ruas e ruelas íngremes e sinuosas, com passagem obrigatória pelo fontanário e pelo cruzeiro, situados bem no centro da aldeia, tal como as seculares capelas.
Penedo
Penedo
O Penedo é o último local do continente português onde são realizadas as tradicionais festas do “Império” ou do “Espírito Santo”, que continuam a existir nos Açores, em particular na ilha Terceira. Estas festas são designadas de Festas do Divino Espírito Santo e têm uma antiquíssima história, remontando de forma mais directa ao reinado de D. Dinis e sua mulher, a rainha Santa Isabel.

2. Aldeia da Mata Pequena

​Uma dezena de habitações compõem este pequeno povoado rural, feito de paredes caiadas e de pavimentos em lajedo de pedra. A Aldeia da Mata Pequena é um paraíso que convida ao descanso e ao contacto com a natureza às portas de Lisboa. Trata-se de um tesouro da arquitectura tradicional da região saloia, em plena Zona de Protecção Especial do Penedo do Lexim, que os trabalhos de recuperação fizeram questão em preservar.

Mata Pequena
Para quem passeia ou fica hospedado na Aldeia da Mata Pequena a sensação é a de estar num museu a céu aberto, onde o modo de vida do antigamente se mantém preservado através dos cheiros, das cores e das tradições. As casas que aqui encontra são disso o melhor exemplo, resultado de muito trabalho de pesquisa e recolha que conquista cada um dos visitantes.

3. Aldeia típica José Franco

Aldeia-Museu José Franco, Aldeia Típica de José Franco, Aldeia Típica do Sobreiro ou simplesmente Aldeia Saloia. Qualquer uma destas designações aponta a bússola para a pequena localidade do Sobreiro, entre a Ericeira e Mafra, onde se situa uma das mais reconhecidas aldeias musealizadas do país. A história da pequena aldeia remonta ao nascimento do oleiro José Franco, em 1920. O seu pai era sapateiro e a mãe, vendedeira de loiça, fazendo a venda de barros de porta em porta, bem como por muitas feiras e mercados estremenhos. Visto que o Sobreiro era um importante centro oleiro, desde cedo José Franco conviveu com o ofício e, ainda criança, ao deixar a escola primária, aprendeu o ofício com dois mestres oleiros locais, antes de trabalhar por conta própria, aos 17 anos de idade. Nessa época, reabilitou a olaria que tinha pertencido ao avô, há muito desactivada.
Aldeia Típica José Franco
Aldeia Típica José Franco
Em início dos anos 60, José Franco deu asas a um sonho, de recriar uma aldeia de carácter etnográfico, onde as suas memórias de infância se cristalizassem, testemunho do modo de viver das gentes locais, em homenagem à sua terra. A sua aldeia teria dois componentes: seria uma réplica das antigas oficinas e lojas, dos espaços vividos, decorados e apetrechados por objectos reais, onde se reproduziam os costumes e actividades laborais intrínsecas à sua infância e à vida camponesa da região de Mafra; em simultâneo, a aldeia compreendia uma área lúdica, dedicada às crianças, repleta de miniaturas de casas e habitantes que retratavam as actividades exercidas à época: trabalhos no campo, carpintarias, moinhos de vento, capelas, mercearias, escolas, adegas, camponeses e até uma reprodução da vila piscatória da Ericeira e dos ofícios ligados ao mar. Em anos posteriores, a Aldeia-Museu foi beneficiada pela construção de uma terceira área, murada como um castelo, com um parque-infantil, incorporando alguns engenhos agrícolas, que as crianças podiam movimentar livremente.

4. Azenhas do Mar

Obra-prima da arquitectura popular, esta aldeia estende-se em socalcos pela arriba, como um presépio. O cenário pitoresco do casario enquadra uma pequena baía onde foi construída uma piscina oceânica. Foi local de férias do rei D. Carlos, da sua mulher D. Amélia e da mãe, D. Maria Pia. Em 1927 foi construída a Escola Primária, que serviu de modelo aos edifícios das escolas primárias do Estado Novo, elaborada pelo arquitecto Raul Martins. Do edifício destaca-se o painel de azulejos, com momentos ilustrativos da História de Portugal.
locais para visitar em Sintra
Azenhas do Mar
Faz parte da Região Demarcada de Colares, região vinícola demarcada desde 1908, caracterizada pelas vinhas em chão de areia. Antes era conhecida pelo número de azenhas – algumas ainda à vista de todos – que por ali existiam, numa de aproveitar a força das águas que ali batem, estando assim explicado o nome por que é conhecido hoje: Azenhas do Mar. Agora que a energia já não tem de ser feita de forma tão artesanal, a aldeia transformou-se num dos mais célebres postais turísticos portugueses, sobretudo nas fotografias tiradas do miradouro que existe na parte sul, de onde temos vista privilegiada para uma cascata de casario caiado que desemboca no Atlântico, segurado por uma alta arriba em forma de concha.

5. Santa Susana

Com arquitectura tipicamente alentejana, a aldeia de Santa Susana destaca-se pela presença de casinhas de rés-do-chão, todas caiadas de branco com barra azul e grandes chaminés. Localizada entre duas ribeiras, afluentes da margem direita da ribeira de Alcáçovas, está distanciada da sede do concelho por 15 km. Santa Susana chama a atenção devido às suas casas de contornos iguais e molduras de azul forte.

Santa Susana
Parece uma antiga vila de arquitectura rural, mas que estas ruas geométricas e as casas iguais não são um acaso. Construídas há mais de um século, serviram de alojamento temporário para trabalhadores agrícolas que acabaram por aqui ficar. Hoje é uma tranquila vila alentejana onde se pode saborear a gastronomia local e conhecer o artesanato em madeira de salgueiro e cortiça. Para muitos é a aldeia mais bonita do Alentejo.

6. São Cristóvão

A meio caminho entre Montemor e Alcácer do Sal, São Cristóvão é uma aldeia no mar da planície a caminho das praias. O nascimento desta aldeia tem a sua origem intimamente ligada a uma lenda, na qual atribuírem a São Cristóvão a graça da escolha do local da igreja, pelo que o povo escolheu este santo como seu padroeiro e símbolo unificador da sua fé.
São Cristóvão
São Cristóvão
O estreito vale da ribeira de S. Cristóvão alberga vários “monumentos” de arquitectura natural. Para descobrir estes lugares, a melhor opção é utilizar os percursos pedestres e/ou os de BTT existentes, e com a ajuda dos folhetos explicativos, descobrir as belezas da freguesia.

7. Pia do Urso

A Pia do Urso é um espaço que foi reaproveitado, construindo-se um parque temático e sensorial (adaptado a invisuais), acompanhado de um circuito pedestre. Além da paisagem atractiva e da calma envolvente, o parque é composto por diversas estações interactivas e lúdicas. Assim, constitui um óptimo local para se passar uma tarde, um dia ou mesmo residir por lá durante uns tempos, pois será possível alugar casas antigas que, também, foram reconstruídas.

Pia do Urso (Batalha)
Ao longo do percurso podem observar-se diversas formações geológicas – as chamadas “pias” – onde, antigamente, os ursos bebiam água; daí a origem do nome deste local: Pia do Urso. Aqui foi instalado o Eco-Parque Sensorial da Pia do Urso destinado a invisuais, constituindo um conceito inovador que pretende levar a essas pessoas a possibilidade da apreensão do meio envolvente que os rodeia utilizando, para o efeito, os restantes sentidos, particularmente o tacto e o olfacto.
Fonte:Vortex

domingo, 24 de setembro de 2017

-" Os britãnicos dominados pelos muçulmanos"


COMO OS BRITÂNICOS SE SUBMETERAM, PASsIVAMENTE, À INVASÃO MUÇULMANA
Fonte:BoatRacingFacts.com
Compilação: Arnaldo Norton

"A Grã-Bretanha tem, atualmente, 9 municípios cujos presidentes são muçulmanos,
 a saber :
O Presidente de Londres ...........é MUÇULMANO
O Presidente de Birmingham ....é MUÇULMANO 
O Presidente de Leeds  ............. é MUÇULMANO
O Presidente de Blackburn  .......é MUÇULMANO
O Presidente de Sheffield  ........ é MUÇULMANO
O Presidente de Oxford .............é MUÇULMANO
O Presidente de Luton ...............é MUÇULMANO
O Presidente de Oldham  ...........é MUÇULMANO
O Presidente de Rochdale  .........é MUÇULMANO


Além disso, há:
- 3 mil mesquitas: - mais de 130 tribunais de shariah; - mais de 30 Conselhos de shariah; - áreas privadas para muçulmanos em toda a UK.


Socialmente, na UK:
- 78% das mulheres muçulmanas não trabalham e recebem subsídios da Segurança Social;
- 63% dos homens não trabalham e recem subsídios da Segurança Social;
- as famílias muçulmanas têm em média 7 filhos e todos eles são apoiados pela Segurança Social;
- em todas es escolas é proibido servir carne de porco.


E tudo isto provocado por 4 milhões de muçulmanos numa população de 66 milhões."


NOTA DO AUTOR DO BLOGUE - É caso para questionar se a sanidade mental dos britânicos estará em boas condições ou se o peso que têm na consciência pelas barbaridades que exerceram, nos séc.XIX e XX, sobre os muçulmanos faz com que "metam o rabinho entre as pernas."

terça-feira, 5 de setembro de 2017

-"Centenas de igrejas estão virando mesquitas na Europa"

"CRÓNICAS DE BEM-QUERER"
Segundo o Instituto Pew, a população muçulmana na Europa na década de 1990 era de cerca de 29 milhões de pessoas. Hoje, com os refugiados, não se consegue saber quantas são. As consequências estão à vista e não se vêem medidas que melhorem a situação.
Os índices em quase todos os países são assustadores.O artigo que se segue demonstra bem que a islamização da Europa é um facto incontestável.

"Santa Sofia": ex-Basílica, ex-Mesquita e agora museu em Istambul

CENTENAS DE IGREJAS ESTÃO VIRANDO MESQUITAS NA EUROPA !
Por: Jarbas Aragão
Em toda a Europa, o Islã estatisticamente cresce mais que o cristianismo, enquanto os judeus estão abandonando o velho continente em quantidades cada vez maiores.
O Gatestone Institute, que monitora a ascensão do islamismo, fez um levantamento espantoso: a maioria das igrejas europeias estão se tornando templos islâmicos. Isso era impensável até o século passado.
Segundo o Gatestone, turistas que visitam qualquer grande cidade europeia moderna poderão notar que novas mesquitas estão sendo construídas ao lado de igrejas que estão fechadas, e algumas literalmente se tornaram museus.
Os casos de templos cristãos transformados em mesquitas se multiplicam na França. Em Vierzon, a Igreja de Saint-Eloi tornou-se uma mesquita. Em Nantes, a antiga Igreja de São Cristóvão também se tornou um local de culto muçulmano.
Na Holanda, as coisas não são muito diferentes. A Grande Mesquita de Fatih, na capital Amesterdã no passado foi a Igreja de São Inácio. Das 720 igrejas existentes na província de Friesland, 250 se tornaram mesquitas ou foram fechadas. A sinagoga da cidade de Haia agora responde pelo nome de mesquita Al Aqsa.
O Reino Unido testemunha situações similares. A principal mesquita em Dublin, capital da Irlanda, durante séculos foi uma igreja presbiteriana. Na Inglaterra, são centenas de igrejas fechadas na última década, sendo que muitas foram reformadas para abrigar mesquitas.
Segundo dados atuais, são 3 milhões de seguidores de Maomé na terra da Rainha Elizabeth, sendo mais da metade deles imigrantes.
De acordo com o jornal La Libre, dezenas de igrejas belgas estão em perigo iminente de conversão para outros usos. Uma boa porcentagem deve virar mesquita. Em Bruxelas, metade das crianças que estudam em escolas públicas assistem aulas de religião muçulmana, embora oficialmente apenas 19% da população se declara muçulmana.
Na Alemanha, apesar de a chanceler Angela Merkel ser filha de pastor luterano e o presidente Joachim Gauck ser um pastor protestante, o cristianismo está em queda livre. Entre 1990 e 2010, a Igreja Luterana Alemã fechou 340 igrejas e a Igreja Católica perdeu mais de 400 templos.
Muitas delas foram adquiridas pela crescente comunidade muçulmana no país.  Eles eram 50 mil na década de 1980, hoje passam de 4 milhões.
Segundo um levantamento do Instituto Pew, a população muçulmana na Europa na década de 1990 era cerca de 29 milhões de pessoas. A projeção era que chegassem a 58 milhões em 2030. Contudo, a crise migratória dos últimos dois anos impossibilitou qualquer previsão a curto prazo. Todos os especialistas apontam para números muito superiores nas próximas décadas.
E Sinagogas também.
Zvi Ammar, presidente do Consistório Israelita de Marselha, França, anunciou recentemente que um dos efeitos do antissemitismo no país era o esvaziamento das sinagogas. A organização muçulmana Al Badr pagou 400.000 euros [R$ 1,5 mi] pelo prédio onde funcionou durante séculos a sinagoga Ou Torah.
Enquanto o templo judeu estava vazio, a mesquita do mesmo bairro estava com superlotação, a ponto de os fiéis serem obrigados a rezar na rua.
Esse é um exemplo significativo. Um ano atrás, o líder muçulmano francês Dalil Boubakeur sugeriu transformar igrejas vazias em mesquitas. É a primeira vez na França que algo semelhante aconteceu com uma sinagoga na Europa. Há vários registros desse tipo de situação no Oriente Médio e norte da África durante o período de expansão do islamismo, nos séculos 7 e

-" A minha postura perante as religiões "

CRÓNICAS DE BEM-QUERER

Sou agnóstico e, para mim, as religiões só se justificam no campo sociológico. Respeito todas elas e considero que todas elas são importantes na forma como influenciam as sociedades. Por isso e nada mais, limito-me a analisar os acontecimentos ligados às religiões e as suas reais ou possíveis consequências.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

- "A confusão mental dos idosos "


Arnaldo Lichtenstein
é médico, clínico-geral do Hospital das Clínicas e professor colaborador do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
Ele faz algumas simples recomendações, muito importantes para si e para quem lhe é querido.
 
As causas mais comuns de confusão mental nas pessoas idosas são: - Diabetes fora de controle;
- Infecção urinária; e
- A família foi passear e deixou o avô e a avó em casa, para não se cansarem.
Embora pareça brincadeira, não é! Como o avô e a avó não sentiram sede, não ingeriram líquidos. Quando não há ninguém mais em casa para lembrá-los de tomar água, chá ou um sumo, eles desidratam-se rapidamente. A desidratação pode vir a ser grave, afetando todo o organismo. Pode causar confusão mental repentina, queda de pressão arterial, aumento dos batimentos cardíacos, angina (dor no peito), coma e até o óbito.
O processo natural de envelhecimento faz com que, na terceira idade - que começa aos 60 anos - tenhamos pouco mais de 50% de água no organismo. Portanto, os idosos têm menor reserva de líquidos. Para complicar mais o quadro, mesmo desidratados, eles não sentem vontade de tomar água porque, muitas vezes, há certa disfunção nos seus mecanismos de equilíbrio interno.

Conclusão:
As pessoas idosas desidratam-se com mais facilidade não apenas porque têm menos reserva de água, mas também porque não se dão conta de que necessitam de água. Mesmo que o idoso seja saudável, a falta de líquido reduz o desempenho das reações químicas e funcionais de todo o organismo.

Por esse motivo, aqui estão dois alertas:
-1. O primeiro é para as pessoas idosas: fiquem bem conscientes do hábito de tomar líquidos, mesmo no inverno. Por líquido entenda-se água, chás, água de coco, melancia, sucos, melão, abacaxi, tangerina, gelatina, laranja, leite, sopas... O importante é, a cada duas horas, ingerir um copo ou uma xícara com líquido. Lembrem-se bem disso!

-2. O segundo alerta é endereçado aos familiares: ofereçam, com bastante frequência, líquidos aos idosos. Ao mesmo tempo, prestem atenção. Caso percebam que estão rejeitando líquidos e, que, de repente, ficam confusos, irritadiços, alheios ao que se passa ao redor, cuidado! É quase certo que sejam sintomas de desidratação. Deem-lhes líquidos e procurem logo atendimento médico".

Este artigo é de utilidade pública. Por favor, compartilhe com as pessoas que você conhece!

sexta-feira, 28 de julho de 2017

- "A Descoberta da Austrália pelos portugueses"

Duas fontes insuspeitas confirmam este descobrimento: a agência de notícias Reuters e Peter Trickett, jornalista australiano e repórter de investigação especializado em temas de ciência e história.

Segundo a agência de notícias Reuters, foi encontrado um novo mapa que prova que não foram os ingleses nem holandeses que descobriram a Austrália... Mas antes navegadores portugueses!
Este mapa do século XVI, com referências e informação pertinentes escrito em português, foi encontrado numa biblioteca de Los Angeles e prova que foram navegadores portugueses os primeiros europeus a descobrir a Austrália.
O mapa assinala com detalhe e acuidade, várias referências da costa Este Australiana, tudo relatado em português, provando que foi a frota de quatro barcos liderada pelo explorador «Cristóvão de Mendonça» quem efectivamente descobriu a Austrália no longínquo ano de 1522.
Desta forma, os factos são agora invertidos, pois foi o navegador português a fazer tão importante descoberta, cerca de 250 anos antes do Capitão James Cook a ter reclamado junto da coroa inglesa, em 1770.
Na altura a descoberta de Cristóvão de Mendonça, agora suportada por um rol de historiadores, graças aos vários descobrimentos lusos que ocorreram ao longo das costas Neozelandesa e Australiana durante o século XVI, foi mantida em segredo como forma de prevenir e impedir que outras potências europeias alcançassem e se apoderassem deste novo e fantástico pedaço de terra.

O jornalista Peter Trickett no seu livro PARA ALÉM DO CAPRICÓRNIO, menciona vários achados e danças cerimoniais que estão enraizadas nos aborígenes, que provam a passagem do Capitão Cristóvão de Mendonça que cartografou a costa da Austrália.
Dos achados mencionados por Peter Tricket no seu livro, apoiados em fotografias, constam um canhão encontrado em local sagrado aborígene em Carronade Island, na costa de Kimberley, um pote de cerâmica de estilo português pescado do leito do oceano ao largo de Gabo Island,  e  datado cientificamente como sendo do ano 1.500 que provavelmente conteria vinho ou azeitonas. Também foram encontrados artefactos de pesca numa praia de Fraser Island, Queensland, contendo um peso de chumbo que foi datado cientificamente como sendo de cerca de 1.500 e o chumbo identificado como sendo originário de uma mina de Portugal ou no sul de França.

Além disto, consta que já em 1512, um dos barcos de uma pequena armada de António Abreu, teria navegado por aqueles mares da costa Australiana, mas disso sabe-se pouco, até porque com medo da cobiça, os nossos Reis impunham segredo.